quinta-feira, 23 de julho de 2020

Vicie-se em conhecimento!

Jovens - e anciãos, porque não? - , sabem qual é a droga mais alucinante, mais prazerosa, que dá os maiores e melhores baratos na mente fértil de vocês? Não, não é a maconha, nem a cocaína, nem mesmo o LSD ou o ópio... Intrigados? Pois saibam que essa droga maravilhosa se chama CONHECIMENTO! O conhecimento expande sua mente, abre novas portas e janelas, faz você viajar por mundos e realidades tão diversas e instigantes quando sua humilde imaginação possa supor. Quando você abre um livro novo, assiste um filme, uma série ou um documentário na TV ou na internet, quando você ouve uma música diferente do habitual, quando você vai ao teatro pra assistir um espetáculo, sua mente começa a trabalhar e a criar sensações, sentimentos, ideias, emoções sobre o que você está consumindo. Começa a significar e ressignificar muita coisa. E quando você lê, assiste ou ouve uma notícia, você estimula seu senso crítico. Dá para você uma visão ampliada do seu micro e macro universo. Mas cuidado! Essa droga, como todas as outras, pode te levar à loucura. Mas calma. É melhor enlouquecer de tanto conhecimento do que ficar demente com o uso de outra droga, distribuída por (des) governos ditatoriais e autoritários a fim de manter o povo subjugado sob suas alucinações psicóticas; a IGNORÂNCIA! E essa, sim, mata como a heroína e o crack. Mas não só o usuário, como também as pessoas que não usam a droga do conhecimento.

Se te dessem duas pílulas; uma, CONHECIMENTO, a outra, IGNORÂNCIA e você só pudesse ingerir uma, qual você escolheria?

Como disse o sábio ET Bilu, "busquem conhecimento"!

VICIE-SE EM CONHECIMENTO!

terça-feira, 21 de julho de 2020

Não ao porte de armas

Desde os primórdios da humanidade, o ser humano se valeu de armas para se defender de animais e outros seres humanos. As primeiras armas as quais ele tinha à disposição eram suas próprias mãos. Com a evolução do intelecto humano, novas habilidades e armas foram surgindo; fazendo com que o homem, assim, tenha mais segurança para si mesmo e para a sua família. Além de prover o seu sustento. Mas com o passar dos séculos, o que era garantia de melhor alimento e proteção para os seus, se tornou instrumento de violência, subjugação e medo. Instrumento de guerras, contendas muitas vezes injustas e cruéis com os mais fracos, aniquilação de raças inteiras e por aí vai... À medida em que as armas foram evoluindo, a mentalidade de seus portadores foi estreitando-se de forma proporcional à sua evolução. Não se pensa mais em garantir uma boa caça, defender sua vida e das pessoas que amam, defender seus patrimônios de usurpadores vis mas, sim, de matar, por esporte e prazer em ver sangue inocente sendo vertido em direção à Mãe Terra, em se apoderar das posses de pequenos trabalhadores, rurais e urbanos com o intuito de amealhar riquezas num volume à beira do pecaminoso, causar temor e promover o desespero e desalento à nações inteiras. As armas viraram de instrumentos de segurança e sobrevivência em instrumentos do medo, da insegurança, da carnificina e da morte.

Muitos querem que o porte de armas seja liberado para a população em geral. Esse pensamento é justificado pelas altas taxas de criminalidade em nossos campos e cidades. Julgam que, com uma arma, estarão à salvo dos bandidos desprovidos de humanidade que povoam nossa "pacata" sociedade. Vamos analisar alguns detalhes e veremos que não estarão livres nem deles mesmos!

Primeiro, vamos supor que você esteja diante de um bandido, que está armado com uma faca, portando um revólver. Aparentemente, você está em vantagem. Mas, se ele for um bandido habilidoso e audaz ou se ele estiver em maior contingente, a vantagem se inverte. E mesmo que você o impossibilite de reagir ou mesmo o mate, você terá um problema moral a resolver. Porque se você o matar, você estará tirando uma vida. Mesmo que seja numa situação de autodefesa. Tornando-se, assim, tão criminoso quanto ele. Uma vida, por mais que seja a de um criminoso, não pode ser restituída depois de seu passamento. Você passará o resto da vida com esse peso na consciência. Ferir uma pessoa de forma não letal, nesse caso, é mais aceitável. Mas se você esboçar reação e ficar em dúvida sobre o que fazer, não souber manusear a arma ou a arma travar (sim, armas travam!), VOCÊ é quem morre! E não queremos que isso aconteça, né?

Segundo, você pode dizer "Ah, mas armas são caras e e exigem requisitos muito altos para a sua aquisição...". Verdade, armas tem um custo elevado e exigem, além de muitos testes e documentos para a sua aquisição, muito treinamento especializado e qualificação. Aí vocês pensam "Ah, assim não vai ser todo mundo que vai ter uma arma." Mas esquecem que estamos no Brasil. O país do "jeitinho". Do mesmo jeito que se consegue cigarro e whisky ilegal do Paraguai, que se falsificam passaportes e carteiras dos mais variados tipos, que se adultera e clonam chassis de carros pra venda ilegal... Pode-se fazer o mesmo com as armas. Isso rende dinheiro à criminalidade. E bandido só quer uma coisa: dinheiro no bolso dele. Não importa se um ser humano, uma família ou nação se perca no caminho.

Terceiro, você é um cidadão de bem (confesso que ouvir essa expressão, nesses últimos tempos, tem me dado arrepios!), que segue as leis, faz tudo de forma correta, adquire sua arma de forma legal, atendendo todos os requisitos exigidos para a compra, fez o treinamento necessário e se sente apto a portar um arma. E adquire a arma. Perfeito. Vamos analisar. Se você mora sozinho, você pode pensar que escondendo bem ela, não haverá perigo. O mesmo acontece se você mora em família. Mas vamos parar para pensar. Vivemos numa época em que o isolamento social tem afetado de forma aterradora nossa psiquê. Tem nos tornado ansiosos, tensos, depressivos... Psicologicamente abalados. Com os nervos à flor da pele. No caso de uma pessoa solitária, por exemplo. Meses e meses sem contato com seus familiares e amigos, sem calor humano, sem perspectivas de um futuro mais solar... A mente começa a maquinar coisas sombrias. A depressão vem; as crise de ansiedade, também. E não demora muito para sentir que a vida não vale mais a pena. Se a pessoa tem uma arma municiada em mãos, as chances de ela atentar contra a própria vida se agigantam. E no caso de uma família, o resultado é ainda mais desastroso. Qualquer faísca, qualquer discussão mais acalorada - ainda mais se a família é instável - pode gerar uma chacina. E se as crianças tiverem acesso às armas, o estrago é ainda mais aterrador.

E quarto, mesmo que nada disso aconteça, uma arma é uma objeto valioso para a bandidagem. Roubar uma arma de uma família honesta é um achado para eles, pois podem usar a arma em outros crimes ou revender para pessoas que não podem ou não querem comprar uma arma legalizada.

Devemos apoiar os bons policiais, que fazem de tudo e entregam suas vidas para proteger os cidadãos. As únicas armas do cidadão devem ser as boas ações, a voz e o voto. Paz!

sábado, 11 de julho de 2020

Poliamor: Uma Antiga Forma De Amar

Muita gente acha, por preconceito ou desinformação, que Poliamor é sinônimo de promiscuidade, perversão, atentado aos valores da moral e dos bons costumes, desmoralização da família monogâmica cristã e ameaça à monogamia. O que não sabem é que confundem o Poliamor com práticas sexuais feitas justamente por casais ditos monogâmicos, como o Swing (troca de casais) e o Menàge a Tròis (relacão sexual feita entre três pessoas). O Poliamor - possibilidade de ter dois ou mais relacionamentos simultâneos, que englobam afeto e sexo, com o conhecimento e consentimento de todos os envolvidos - é, antes de tudo, um polirrelacionamento voltado à geração de uma família não monogâmica. Ou seja, conceitos como respeito, confiança, fidelidade, lealdade, cumplicidade, responsabilidade afetiva, companheirismo, humildade, amor não fingido, compreensão, ausência ou refreamento do ciúmes, entre outros, que estão (ou deveriam estar) no relacionamento monogâmico, estão presentes no Poliamor. O criador do movimento que iniciou o Poliamor; na década de 1980, nos EUA, Dr. Kenneth R. Haslam, em uma palestra realizada em 2008, na conferência "Polyamorous NYC", definiu os 12 pilares que norteiam o Poliamor. São eles: 1. Autenticidade; 2. Escolha; 3. Transparência; 4. Confiança; 5. Igualdade de Gênero; 6. Honestidade; 7. Comunicação Aberta; 8. Ausência de Possessividade; 9. Consensualidade; 10. Aceitação da Auto-Determinação; 11. Sex Positive e 12. Compersão. Como deu para perceber, Poliamor não é bagunça! Muito pelo contrário. O que acontece é que muitos casais, monogâmicos e não monogâmicos, usam o nome do Poliamor para satisfazer seus egos, saciar seus fetiches e esconder suas traições e más intenções sexuais; manchando, assim, a fama de famílias poliamorosas que vivem uma vida pautada em amor genuíno, fidelidade e lealdade aos seus companheiros. Há vários tipos de relações não monogâmicas, sendo elas fechadas ou abertas. O mais comum é o trisal, que pode ser formado por um homem e duas mulheres, uma mulher e dois homens, três homens ou três mulheres.

O que eu quero dizer com isso é que não vejo a não monogamia e o Poliamor como ameaças ao relacionamento monogâmico. Todas essas formas de amar são válidas, desde que haja respeito, consideração aos sentimentos dos envolvidos, sinceridade e, claro, amor verdadeiro. Também não sou contra quem pratica o Swing e o Menàge, desde que seja com sinceridade e consentimento de todos. Afinal, sentimentos e seres humanos não são brinquedos ou artigos descartáveis. Respeito pessoas que buscam satisfação nos atos sexuais, assim como respeito quem deseja formar famílias; sejam elas monogâmicas ou não. Cada um sabe como alcançar sua felicidade. O que não pode haver é desrespeito aos desejos e sentimentos das pessoas, humilhação, preconceito, julgamento injusto... Que cada pessoa, cada casal, trisal, quadrisal, coletivo... possa ser honesto e verdadeiro consigo mesmo e com seus companheiros. Busquem sempre o amor, o respeito, a dignidade e o conhecimento. O amor é a coisa mais bela que existe e ele deve ser vivido em sua plenitude.

Mas aí você me pergunta: o Poliamor é para todos? Na minha opinião, nem todas as pessoas tem a disposição, a capacidade ou o desejo de viver um Poliamor. Tem pessoas que vão achar mais fácil viver um relacionamento monogâmico e, quando quiserem "variar", ter relacionamentos e relações sexuais extraconjugais. Tem pessoas que acreditam que a monogamia é o melhor caminho para elas e que esse é o único e melhor jeito de ter uma família e ser feliz e realizado. Tem pessoas que querem a não monogamia, mas não desejam ser fiéis e querem ter o máximo de experiências sexuais possível e tem pessoas que querem ter mais de um companheiro ou companheira e ser fiel a eles e formar uma grande família. Como se dizia antigamente, cada cabeça uma sentença. E não dá pra mudar isso. Cada ser humano é único; com luz própria dentro de si. E tem, em suas mãos, o dever e a responsabilidade de ser feliz e fazer as pessoas ao seu redor felizes. Sê feliz do seu jeito, sem ferir ninguém e tudo se resolverá bem. Um abraço carinhoso a você que leu até aqui.

sexta-feira, 24 de janeiro de 2020

Um É Pouco, Dois É Bom, Três É...

Dia comum de uma semana comum. Estava em casa, assistindo uns filmes na Netflix, sem muitas opções para vencer o tédio e a tesão acumulada. Então, tive a ideia de ligar para Laura, minha amiga do encontro passado, para um novo encontro acalorado. Busquei o número na agenda, fiz a ligação e, quase que imediatamente, ela atendeu:

- Você não morre tão cedo, amore! Tava justamente pensando em você. Vamos fazer algo interessante, hoje?

- Claro! Que horas quer que eu te busque?

- Venha no meu apartamento. O encontro vai ser aqui. Prepare-se. Você vai ter uma surpresa. Passa às 21h. Te espero. Do jeito que você gosta...

Tomei um banho demorado, separei minha melhor roupa, escolhi um bom perfume... Preparei-me como se deve. Cheguei no horário ao apartamento e toquei a campainha. Fui recebido à porta por aquela ruiva maravilhosa totalmente nua, mostrando suas curvas esplendorosas. Mal disse um oi e fui beijado com a intensidade de um furação. Enquanto ela me despia, beijos e amassos permearam todo o percurso até a porta do quarto. Ela sabe me deixar louco... Ao abrir a porta, eis a surpresa dita por Laura: um homem alto, cabelos morenos, de bom dote, deitado nu e com as mãos na cabeça, na cama dela. Fiquei chocado com o que vi e apenas disse:

- Quem é ele? O que está acontecendo? Não seria só a gente?

Ao que ela respondeu:

- Desculpa por não apresentar vocês. Esse é o Philipe, um amigo meu. Ele é bissexual e trouxe ele para cá para termos uma experiência mais picante, mais excitante...

Respondi, em seguida:

- Olha, não é porque eu gosto de Star Wars que eu ande brincando de sabre de luz por aí! Porque você trouxe esse cara para cá?

E ela disse, calmamente:

- Lembra que você me contou que você teve uma experiência homossexual, anos atrás, com um desconhecido, de madrugada e que ficou mal resolvida na sua cabeça? Então, dei um jeito de resolver essa situação. Trouxe o Philipe, meu amigo, que é super carinhoso e gentil para dividir a cama com a gente. Enquanto você me come, ele pode te comer bem suave e gostoso. Ele é cuidadoso... E discreto. Foi uma forma que encontrei de ver se seu gosto por homens é só quando você toma umas a mais... - disse, rindo.

Fiquei perplexo com a atitude da Laura de trazer o Philipe para a sua casa, dividir sua cama conosco. Achei ele bonito, até, mas algo me dava comichões por dentro.

- Sim, me lembro; mas estava bêbado e fora do meu juízo perfeito. Não senti nada, no momento e... Tudo bem, vamos experimentar. Sabe, fiquei com vontade de experimentar, mas me assustei com o tamanho do membro dele.

Philipe veio a mim e disse, com um sorriso:

- Não se preocupe; como a Laura disse, sou cuidadoso. E trouxe KY para a gente...

- Tudo bem. Vamos brincar.

Começamos com um beijo triplo. Foi ali que percebemos que tínhamos química. Olhei para o Philipe e começamos a beijar e acariciar a Laura, que estava ávida por nossos afagos. Mamamos deliciosamente os seios firmes e voluptuosos dela, enquanto nossas mãos percorriam seu corpo delicioso. Nisso, Laura dizia:

- Isso, meus meninos safados... Assim... Aaahhh...

Toquei seu sexo e ele estava cheio do mel do prazer. Não me contive e caí de boca naquele clitóris encharcado de desejo e, com minha língua, arranquei urros de lascívia. Philipe, com aquele mastro em riste, fez Laura sentar-se nele, de perna aberta e encaixando o ânus apertado dela naquela viga ereta; ânus esse que engoliu tudo saborosamente. Como já estava rígido, também, deitei em frente à ela e a penetrei na vagina, fazendo assim uma prazerosa dupla penetração, que fez Laura revirar os olhos de prazer. E com movimentos ritmados chegamos ao orgasmo. Fizemos uma pausa, Laura trouxe uma jarra de água para nos hidratarmos e, entre um gole e outro, ela disse:

- Foi tudo muito bom, foi tudo muito bem, mas não vi você ser fodido pelo Philipe. Se você for bonzinho e for atencioso com meu amigo, te faço um agrado enquanto ele te come.

Não foi preciso dizer duas vezes. Só não fui antes porque estava entretido com Laura e pensava como aquela tora passaria pelo meu ânus semi virgem. Philipe veio me beijar e me acariciar o cabelo, nos acariciamos e tocamos os corpos um do outro. Meio sem jeito, me ajoelhei e me encaminhei ao membro dele, que já estava rígido de novo. Comecei lambendo timidamente o pau dele, desde a base até a glande. Após, abocanhei aquele tronco enorme, tomando o cuidado de não encostar os dentes, e o chupei. Como gostei de ter chupado ele, apesar de não ter muita experiência na coisa. Philipe guiou o ritmo do boquete e num dado momento, paramos e fomos a foda propriamente dita. Ele cuidadosamente passou lubrificante no meu ânus e no membro dele, me pôs de quatro e, vagarosamente, introduziu seu pênis em meu ânus. Senti um desconforto, uma dor até suportável, que depois tornou-se prazerosa. As estocadas fizeram meu pênis enrijecer. Visto isso, Laura se abaixou e começou a chupar meu pênis. Com as estocadas do Philipe e o boquete de Laura, não demorei a gozar.

- Como foi, amore? Gostou? - perguntou-me Laura.

- Até que foi bom... - disse, arfando - Na verdade, gostei sim. Achei que fosse pior...

Laura deu uma gargalhada.

- Sexo é bom de qualquer jeito. Sexo só é ruim quando é mal feito e sem amor. E aqui é só amor.

- Tenho de concordar - disse para ela.

- Philipe, adorei te conhecer. Pega meu WhatsApp. Para nos conhecermos melhor.

- Claro, querido. Adorei conhecer você também.

Passamos o resto da noite conversando e jogando cartas. E firmamos uma parceria que esperamos durar para sempre. E isso só comprovou, pelo menos para mim, que todos nós somos bissexuais. Mais, que todos nós podemos nos apaixonar por pessoas. Amor não vê gênero. Até o próximo encontro!



O Encontro

Verão. Calor de derreter vigas de aço. Nada melhor a se fazer do que se refrescar numa piscina, cachoeira, rio ou lago. Eu estava de férias, não tinha nada a fazer... Pensei em chamar uma "amiga" para um encontro e me divertir com ela. Laura, o seu nome. Ruiva, de corpo um pouco roliço para os os ditos padrões estéticos: seios fartos, quadris largos, coxas grossas... Um espetáculo de mulher.

Procurei seu nome na agenda do celular, torcendo para que ela estivesse livre e pudesse dar um rolê. Liguei. Sua voz doce e aveludada me deixou aceso.

- Oi, Laura! Tem planos para hoje? Que tal uma pizza e um motelzinho com piscina, depois?

- Tô sem nada pra fazer. Topo o convite. Tava mesmo precisando relaxar. Melhor que seja com você. Que horas vem me pegar?

- 20h está bom para você?

- Perfeito. Vou escolher a minha melhor roupa, se prepara. Leva camisinha.

No horário combinado, passei no prédio dela. Ela já estava em frente ao prédio, com um vestido vermelho, curto, que ressalta o cabelo ruivo da pequena. Fomos até uma boa pizzaria, no centro. Pedimos uma meia calabresa, meia frango com catupiry e tomamos um drink. Conversamos sobre amenidades, coisas do dia a dia. Estávamos quase terminando a pizza, quando ela passou a perna no meio das minhas e perguntou:

- Preparado para se divertir com sua amiga aqui?

Respondi afirmativamente com a cabeça. Pagamos a conta e fomos à um motel novo que abriu na cidade. Pedimos uma suíte com piscina, pelo resto da noite. Adentramos ao quarto e, assim que passamos da porta, demos um beijo apaixonado. Nossa, como seus lábios eram quentes! Começaram-se, então, uma série de carícias no corpo voluptuoso da jovem Laura. Minhas mãos percorreram toda a sua pele, enquanto a beijava com sofreguidão. Afastei os lindos cabelos ruivos dela e beijei seu pescoço com malícia. Enquanto Laura arfava de prazer, beijava sua pele alva. Sugava seus seios grandes como um lactante suga o seio de sua progenitora. Desci pelo ventre até seu sexo umedecido de prazer. Deliciei-me com aquele clitóris latejando de desejo. Lambi com carinho, mas firmeza; dei-lhe leves chupadas, cheias de tesão, enquanto introduzia dois dedos em sua vagina. Fiz isso até sentir o gozo quente em minha boca. Foi aí que, com a respiração embriagada de gozo, disse:

- Agora é a minha vez de te dar prazer, meu amor.

Sentindo o seu próprio gozo na minha boca, me beijou com ardor. E, com toda a sua sensualidade, beijou todo meu corpo até meu pênis enrijecido. Começou a beijar o corpo do pênis, passar a língua por toda a sua extensão, introduzi-lo lentamente em sua boca aveludada e massageá-lo com sua língua macia. Pegou a camisinha, abriu de forma sensual, colocou maliciosamente no meu pênis e começou a sentar nele. Sentou de forma provocante, rebolativa. Não demorou muito para que eu gozasse dentro de seu corpo gostoso.

Abracei-a e ficamos aninhados por um tempo, de conchinha. Sentindo a respiração ofegante um do outro. Mas como era verão, sugeri irmos à piscina relaxar. Laura aceitou de pronto e fomos, nus, nos deliciar e repousar naquela piscina deliciosa. Passamos mais um tempo conversando e brincando nela. Não preciso nem dizer que rolou um repeteco com direito a um anal maravilhoso.

Dormimos rapidamente, por lá e, ao amanhecer deixei-a no seu prédio. Demos um beijo demorado e nos despedimos com a promessa de novas aventuras...